Arquivo de agosto, 2011

PEÇA-ME!

quarta-feira, agosto 31st, 2011

Texto de Luiz Alpiano Viana

 

Não quero que esteja triste! 

Se estiver mande a tristeza embora. 

Não a deixe se aboletar no seu coraçao. Quando sentir que isso possa acontecer, lembre-se que um amigo pode fazê-la sorrir…

Quando se achar sozinha, não fique só, ligue para alguém de sua confiança que, conversando, lhe dirá que o amor é lindo!

Nunca fique trinstinha! Pense num lago cheio de gansos, nadando em todas as direções onde as borboletas colorem o céu e polinizam as flores para a alegria da natureza…

Sinta minha mão sobre a sua, pois é o mínimo que posso fazer à distância para sorrir sozinha!!! 

Quando vir que o dia não está nada bom, ore um pouco a Deus e peça-LHE o que mais deseja. Peça sempre! Não tenha vergonha de pedir-LHE paz e amor… 

Peça-me que lhe dou pelo menos uma conversa amiga, uma palavra de estímulo… 

Peça-me que lhe dou um sorriso, que lhe dou um abraço, que lhe dou um aperto de mão.

Peça-me que lhe ensino como abraçar o dia e beijar a lua! 

Peça-me que lhe faço uma visita, que a levo à praia onde podemos caminhar de pés descalço, pisando na areia da vida… 

Peça-me o que quiser que com certeza lhe darei não o que quer, mas o que eu tiver de melhor. 

A gente sempre tem muito a oferecer…

LIÇÕES DE VIDA

quarta-feira, agosto 31st, 2011

Texto de Luiz Alpiano Viana

 

 

Quem já  não ouviu isso: EU ERA FELIZ E NÃO SABIA!

E essa outra: RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE!

E o mais lamentável é não ter mais a companhia de quem vale à pena!

Dizem que do perdido se tira o sentindo! Que todo penso é torto! Não acho isso. Só pensam assim os tolos!

Não se esquece fácil uma grande amizade!

Suportá-lo, aceitá-lo, tolerá-lo e finalmente amá-lo é o grande trunfo. Quer mesmo ser feliz? 

Então, não tenha vergonha de expor seus sentimentos.  Fale a verdade e diga o que sente, sem arrodeio! 

Aprenda assim: Se for preciso refaça todo o caminho! Comece tudo de novo! Não se canse! O amor não é cansitivo. Cansativo mesmo é procurar no meio da multidão quem é perfeito! 

Eu não esqueci o que minha mãe disse para meu pai : -Luiz, tem paciência comigo!

Será mesmo que você tem paciência com a pessoa que ama? Se ela é importante em sua vida, ame-a sem medida! 

É bom ter todos os cuidados possíveis com ela! Pois pode ser tarde demais para quem não tem paciência!

E tem mais: A velhice não usa muleta. Ela corre igual ao vento!

domingo, agosto 28th, 2011

Alpiano

IPUEIRAS

domingo, agosto 21st, 2011

IPUEIRAS

 
Por
Luiz Alpiano Viana
.
És o berço sagrado das carnaubeiras,
Viste a aurora de teus sonhos de saudade
Que o progresso varreu como as geleiras
Que ao degelo, perigam a humanidade.
.
Se teus filhos te amam apaixonadamente,
Inda acho pouco, deviam amar-te mais!
Se em teu meio descansam, e certamente,
Ao mundo rumam adornados de ideais.

Brindam teu valor com a taça da justiça
E te veneram para sempre com carinho.
Só tu, Ipueiras querida, és mãe mestiça,
.
Pois em teu ombro quem acorda tem trabalho.
No caminho do sucesso em desalinho
Os teus despertam e te encontram num atalho.
____________________________Foto: Miraugusta, Zequinha Bento e Dalinha Catunda apresentam a bandeira de Ipueiras. Do site oficial da cidade de Ipueiras-Ce.

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Luiz Alpiano Viana, nascido e criado em Ipueiras, morou mais tarde em Crateús. Atualmente é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Morou no Distrito Federal até meados de 2007 quando finalmente voltou a morar no Ceará, em Fortaleza.

postado por Jean Kleber | 8:15 AM | 5 Comentários Links para esta postagem

10.9.08

JOVEM GUARDA

quinta-feira, agosto 11th, 2011

JOVEM GUARDA

 

Os olhos, as mãos, os gestos  e o coração falam mais alto, entre si, quando a voz emudece. Pois há momentos em nossa vida que a voz some, não sai, fica perdida. E só o coração esperneia como um burro bravo! Isso é o amor em demasia. Lembrança das tertúlias de domingo!

O velho estafeta dedilha na caixa de correspondência um batuque, um  som, uma modinha. A nota musical bem audível lembrava Wanderleia, Roberto e Celi Campelo quando estavam no auge de sua carreira.

As músicas daquele tempo são muito diferentes das de hoje. As canções que cantam agora não têm a poesia, nem o romantismo das dos anos 60. Naquela época a letra era um poema dos mais lindos.

A juventude tinha o sorriso nos lábios e o coração era o lugar próprio onde se guardavam do amor eterno às grandes paixões. Dançava-se agarradinho! A dama era uma princesa e o príncipe, o Rei. Para se aproximar da namorada, obedecia-se a um ritual sagrado. Pegar na mão, beijar, levava-se muito tempo. E por isso a gente se apaixonava cada vez mais um pelo outro. 

Quantas vezes um seresteiro, à luz da lua, à porta de sua amada, cantava na voz de Altemar Dutra, Brigas! E os pais da moça – no estilo valentão em defesa de suas crias, – expulsava-os sem pensar que a luar era seu guia.

Suspirava de desejo o apaixonado mancebo; ela, do lado de dentro, chorava de saudade à noite inteira, querendo sair de lá para ficar ao vento. Só se ouviam os murmúrios e os esbarrar de cadeiras e nada dela sair…

Era amor de verdade que do coração brotava. Nunca pensou em ficar, o jovem daquela época, como fazem os de cá, criticando os de lá! Os homens daquela época são muito mais experientes. Usavam da psicologia para entender o segredo que só o amor produz.

Os casais se respeitavam, queriam-se sem medida e sem alarde, mas tudo em pratos sagrados. Os filhos que ali nasciam, eram fiéis, amáveis e disciplinados. Muitos deles se criavam do mesmo jeitinho dos pais: obedientes e sem droga pelo resto da vida.

As pessoas deste século não se falam, só se negam; não têm Deus nem têm botica, e a verdade onde fica?

A doença deste século – que parece sem remédio – é não ter um grande amor. As pessoas vivem sós, principalmente as mais velhas. O estresse é o velho companheiro das multidões na mais intrasitável avenida do destino.

Fidelidade e paixão não mais existem como era antigamente! Então, o que se tem para dar, se não for amor, se não for carinho! Não tem outra solução. Precisa-se de amar muito mais.

O homem dos anos sessenta é atencioso e amável. Experiente no amor, cuida com mais atenção de quem estiver ao seu lado. São qualidades intrínsecas de quem viveu um belo e iluminado passado.

Discorda o homem de hoje da forma como amavámos: educados, corteses, justos e soberanos. São esses os frutos do passado, dos anos da Jovem Guarda. 

SEU ECO

terça-feira, agosto 9th, 2011

SEU ECO

Texto de Luiz Alpiano Viana

…eu gosto de seu eco…

A voz do coração é um eco com profundeza sem limite.

Um eco é o som da natureza em plena liberdade gritando como se fosse uma selvagem agredida…

O eco, vindo do coração, é como se fosse uma sinfonia comemorando a prática do amor eterno…

Mais sublime é, quando um é a serra dos sonhos e o outro a montanha do futuro.

Serra e montaha juntos formam a cordilheira dos ecos de nosso amor, de nosso porvir!

Na verdade você não é Eco nem eu sou Narciso, mas somos a essência do amor que consumiu a Eco, deixando-lhe apenas a voz como prova do esforço desprendido.

O meu eco vibra muito mais quando encontra o seu receptivo…

Seu eco me envolve como uma melodia!

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