Arquivo de fevereiro, 2012

MINHA FAMÍLIA

sexta-feira, fevereiro 17th, 2012

MINHA FAMILIA!

É comum ouvir-se falar de família.  E toda a humanidade é a grande família de Deus. Felizmente somos partes integrantes desse grupo a cujo dirigente rendemos homenagem e agradecimento. Sentimo-nos muito honrados, felizes e satisfeitos.

Família é o conjunto de pessoas provenientes do mesmo sangue e da mesma raça. Independente de sua extensão, a família constitui o núcleo de qualquer sociedade. É a chamada célula mater da sociedade.

O Dicionário Aurélio conceitua os vários tipos de família: inicialmente diz que família é o conjunto de ascendentes e descendentes, colaterais e afins de uma linhagem; pessoas do mesmo sangue que vivem ou não em comum. É evidente que a definição convence.

Quero falar exclusivamente de minha família que defino como sendo bem estruturada, completa e feliz. Somos marido, mulher, três filhos, duas noras, um genro e seis netinhos. Procuro ser aquele pai que orienta, que ama e respeita a todos. Tento dar a melhor assistência possível a todos eles. Às crianças dedicamos maior atenção. Elas precisam de cuidados especiais já que serão as principais e futuras autoridades do País.

Meu Deus, não tenho expressão adequada para Te agradecer! Digo-Te simplesmente – meu Senhor – muito obrigado! Meus filhos, genros, noras e netos são o maior presente que me deste durante toda minha vida! A felicidade de um pai é ver os filhos seguirem o caminho da justiça, da lealdade.

Eu fui criado com muito amor e carinho. A casa de meu pai por simples e humilde que fosse, era uma oficina de amor e ele primava pela qualidade de bom pai e professor. Meus filhos não tiveram todo  esse  requinte de mimo que tive. Até porque eu trabalhava o dia todo. Só à noite estava em casa. Na medida do possível criamo-los dando a atenção e o tratamento que mereciam; a mesma educação foi distribuída a cada um deles.  Eles estudaram em escola particular, o que não aconteceu comigo na casa de meu pai. Sinto-me vaidoso com eles. Quando estamos juntos olho-os e admiro um a um com misto de honra e respeito.

Ânderson, é o mais velho da família; é um homenzarrão, 1,90m de altura, 90 kg, coronel do Corpo de bombeiro, excelente esposo, pai dedicadíssimo; tem três filhos com quem divide seu dia. Eduardo é o mais velho; Ânderson Filho é o xodó do pai, mas a Amanda é especialmente diferente dos outros porque não larga o pai. Ela é apaixonada por ele!

Minha adorável filha, Gardene, está casada com Leo, meu mais novo genro; ela é formada em turismo e tem dois filhos: Kevin e Letícia. Kevin nasceu sob meu poder e a ele me apeguei demais. Amo-o de verdade; Letícia é um pedacinho de gente tão perspicaz que nos surpreende a cada instante com suas peraltices. Demonstra ser muito inteligente e isso nos envaidece por demais. Ficamos preocupados com os indícios de inteligência até então apresentados por ela.

A casa de Gardene é para mim meu ponto de referência. Quero dizer que o amor e a dedicação que tenho por um, tenho por todos os outros dois. Gardene é minha princesa. Na época de minha separação ela foi morar comigo em Brasília. Tinha apenas 19 anos. E agradeci muito porque eu vivia sozinho.

O meu xodó, o último da ninhada, é formado em enfermagem e mora no mesmo conjunto habitacional da menina Gardene. Ele contratou matrimônio com Silvinha e tanta foi a felicidade do casal que decidiram receber de Deus um presente raro: João Luiz é o primogênito do Jeferson, o mais pequenino da prole Alpiano. Tem apenas oito meses, mas promete que vai ser um daqueles capetinhas!

Quem não valorizar sua família não espere por bons frutos da árvore que não soube regar; Dela deveria ter cuidado de manhã, de tarde e de noite. Seguindo a linha de crescimento espiritual, todos os ensinamentos contidos no Evangelho de Jesus estão ao nosso alcance. Estudamo-los e repassamo-los aos filhos, netos e bisnetos. Ensinemos-lhes ém primeira instância o principal dos mandamentos: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.

Eu disse há algum tempo, e está escrito em meu Blog: “Quem não tem berço não  tem endereço”.  Se nos debruçarmos sobre a profundeza do assunto, concluiremos que a ausência dos governantes com os programas sociais é enorme. Quem não tiver um pai e uma mãe dedicados que lhe dêm a devida assistência, não lougrará êxito na sociedade em que vive. Desconhecerá o tratamento que se deve dar às pessoas que estão em nossa volta. A falta das lições do lar faz um estrago muito grande na vida de uma pessoa. Aquele que não teve a formação do berço, normalmente é frio, grosseiro, não perdoa porque ninguém lhe ensinou a amar o próximo.

A mais bela escola de todos os tempos chama-se família. Minha família é o meu tudo! Ela é o meu castelo, meu forte. E nela me apego para dizer aos filhos que a família é sagrada e divina. Amem-na!

Aprendi muitas coisas com meus pais. Eles foram de certa maneira muito severos, mas foram também meus melhores mestres, e valeu muito à pena. Descobri que sou um homem muito feliz. Minha felicidade se consubstancia em meu comportamento. O homem que sou hoje tem origem nos meus pais.

Quem tiver coragem de sentar para ver onde errou, descobrirá que tudo se iniciou no lar, no berço onde não existia acompanhamento dos pais. Essas criaturas pagam caro por não terem tido um lar. As leis da sociedade onde vivemos, não perdoam. Cada delito praticado resulta numa pena que revolta e não disciplina nem educa em nada. Há de se convir que o Governo tenha grande parcela de culpa no sofrimento dos homens ditos como criminosos. A correção desses absurdos está nas mãos dos governantes e na família.

A preservação da instituição família ainda é importantíssima na vida da sociedade. Conservemo-la! Orientamos os pais para cujos lares não dissolverem tão banalmente. Conservem-se unidos e felizes em torno dos filhos para dentro em breve o debute à sociedade  seja de cidadãos honrados.

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